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Espanando a Poeira

16 Jul

tardis2Bom tempo que não atualizo isso aqui, né? Mas foi por um bom motivo. Andei bem ocupada nos últimos meses, por razões de:

Trabalho (como sempre — mas agora estou pegando outros projetos dentro da MSP além da Turma da Mônica Jovem… aguardem!)

Voltei a fazer sapateado \o/ (fiz um semestre em 2008  tinha largado, esqueci tudo e agora voltei)

Comprei uma esteira, onde ando uma hora todos os dias (odeio academia, ao invés de pagar mensalidade pra não ir, resolvi comprar a esteira, que é muito melhor — boto o filme que quiser e mando ver)

Virei whovian (após anos embaçando pra assistir Doctor Who, vi as 7 temporadas e algo das temporadas antigas em três meses e virei fã alucinada)

Depois de  três anos, voltei a fazer teatro + cosplay (de Doctor Who =p O que ocupou quase todo o meu tempo livre nos dois últimos meses)

Fiquei doente por quase um mês inteiro (uma gripe que me pegou de jeito em junho)

Perdi 10 quilos de fevereiro pra cá (agora só faltam cinco! Voltar a fazer cosplay e visuais tem sido uma das minhas maiores motivações!) *u* 

Tenho assistido muitos filmes de asian horror (sempre adorei, mas virou tipo um hobby. Estou pensando seriamente em começar a resenhá-los aqui no blog)

É isso. Preciso contar melhor sobre cada tópico acima, mas pelo resumo vocês já podem ter um panorama de como andei me ocupando.

No mais, ando cansada, louca por férias mas sem poder tirá-las por razões de $$, então na medida do possível estou bem =) 

Tentarei manter isso aqui mais atualizado daqui por diante 😉

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Aprendendo a Cozinhar!

23 Feb


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E hoje faz uma semana que coloquei o balão! Uma semana de muito enjôo e mal estar… mas melhorando cada vez melhor também, e rumo às minhas metas!

Anteontem retornei ao médico, que passou as coordenadas da minha nova alimentação até a semana que vem, quando devo passar com a nutricionista.

Graças a Deus, após uma semana de dieta de líquidos controladíssima, já posso voltar a ingerir sólidos em quantidades um pouco maiores — só UM POUCO, na base de uma tigelinha por refeição.

(Nem preciso dizer que realizei meu desejo do copão de suco, né? Nunca uma dose de suco de tangerina pareceu tão deliciosa. Ainda mais no calor que estava fazendo!)

Ainda está um pouco difícil acertar o tamanho das porções. Às vezes coloco um pouco mais no prato porque parece pouco e depois passo mal porque comi demais -.-”  Mas já estou aprendendo a dosar o que é suficiente pro meu “estômago atual”.

A tabela de refeições que o médico me passou é super estratégica. Um pouco de proteína e frutas de manhã, proteína e um pouco de carboidrato de tarde, nada de carboidrato a noite. E muita fruta entre as refeições.

Este é o meu cardápio:


CAFÉ DA MANHÃ

– 1 suco ou chá

+
– 1 fatia de queijo branco

LANCHE DA MANHÃ

– 1 fruta macia (sem casca)
ou
– 1 iogurte light

ALMOÇO

– 150mg de purê de batata ou mandioquinha
ou
– 2 colheres de legumes cozidos (seleta de legumes)
+ 2 colheres de carne moída, frango desfiado ou peixe.

LANCHE DA TARDE

– 1 fruta
ou
– 1 iogurte

JANTAR
– Legumes + carne (1 tigela)
ou
– Sopa de carne e legumes

Com isso, finalmente, não tive mais escapatória: precisei começar a cozinhar pra mim mesma!

Mas vou dizer, na verdade fiquei bem estimulada! Já na volta do médico passei no mercado e fiz compras super diferentes das que costumo fazer, animada pra pôr a mão na massa. Também providenciei tudo pra que o fogão, que estava encostado aqui, passasse a funcionar no dia seguinte.

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Primeiro prato preparado por mim!

Como era a primeira vez que fazia algo assim, estava duvidando um pouco que ia ficar gostoso, mas seguindo umas receitas de internet e dando umas inventadas aqui (coloquei um tico do tablete de caldo de legumes, pra dar mais sabor), me surpreendi — a jardineira ficou uma delícia. O filé de frango eu comprei pronto para grelhar, e também ficou muito gostoso, desfiado no meio dos legumes.

Pode parecer bobo, mas fiquei muito feliz de estar comendo uma refeição “correta” feita por mim mesma!

A verdade é que comer “porcarias” demais é como um vício, você curte mas ao mesmo tempo sabe que está fazendo mal pro seu próprio corpo. Por outro lado, se esforçar pra fazer uma comida gostosa e ao mesmo tempo saudável dá aquela satisfação de estar fazendo o melhor pra você mesmo com suas próprias mãos =) Sem contar a sensação (e alívio) de estar pondo finalmente a vida nos eixos, sem abusos.

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Bowl de vagem e cenoura com frango desfiado. =)

Não quer dizer que a gente não possa comer doces ou petiscos de vez em quando (eu não vou poder por um tempo, mas por outras razões), mas que isso deve ser a exceção, não a regra. Parece tão óbvio, mas quando a gente se entrega à preguiça, à comodidade e a gula, não parece tão claro.

Hoje fiz purê de batatas — foi bem fácil, já que usei uma mistura pronta. E ficou bem gostoso! Mas amanhã pretendo “ousar” e fazer carne moída, coisa que nunca fiz na vida (tirando quando criança, ajudando a mãe, aí não conta.) Será que eu sobrevivo? =p

Diga-se de passagem, estou comendo carne ainda, mas com o tempo, se tudo der certo, pretendo começar a experimentar receitas vegetarianas. Uma de minhas metas é tentar a diminuir cada vez mais meu consumo de carne =)

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Diário de uma Balonada

19 Feb

11675Hoje fazem três dias que finalmente estou balonada!

A operação (se é que podemos chamar assim, já que não há corte e é feita por endoscopia) foi feita no sábado e foi um sucesso (só passamos um susto porque chegamos no hospital muito cedo e o doutor se atrasou muito pro procedimento; depois descobrimos que a secretária dele é que tinha nos passado o horário errado u__u”)

Na terça-feira já recebi um telefonema do enfermeiro, perguntando como eu estava, e colocando ele e o doutor a minha total disposição caso eu precisasse de alguma coisa. É muito reconfortante sentir esse acompanhamento de perto num momento como esse!

A sensação de ter um balão intragástrico é curiosa. É como se tivesse acabado de comer uma feijoada completa, só que o “empanturramento” não passa nunca =p

Nesse primeiro momento, o corpo ainda está se acostumando com o fato de que tem um “corpo estranho” dentro dele (isso me fez pensar em Aliens o.o”), então enjôos, azia e vômitos são normais, o que o médico já havia alertado.cute_kawaii_smiley_juice_jug_customizable_text_pitcher-r67689e49b30e40abbae382aea5afc63a_2wnov_400

O mais importante nessa fase é manter-se sempre hidratada sem “desrespeitar” o limite que meu estômago aguenta no momento. De 30
em 30 minutos bebo 50 ml de algum líquido — água, soro, água de coco, sucos naturais… (o médico recomendou Gatorade, mas como meu fígado nunca se deu bem com esse tipo de coisa, estou aqui só na água de coco, que nunca pareceu tão deliciosa ;D
)

Mas não é mesmo fácil…  além de ser difícil acertar a quantidade logo de cara, às vezes nem os remédios que o doutor passou dão conta dos efeitos colaterais. Na primeira noite, por exemplo, tive que dormir sentada, cercada de travesseiros, pois só de ficar na  horizontal a azia atacava com tudo.

O pior é que os enjôos constantes e esvaziamento do estômago acabam levando a desidratação — e com esse esquema de só beber um pouquinho de meia em meia hora, a sede acaba não sendo totalmente saciada. E se tomamos mais do que o “novo estômago” aguenta nesse primeiro momento, o excesso é expelido da pior maneira possíve — nem preciso dizer como, né? >.<

Com isso, no segundo dia tive que tomar um coquetel de soro + medicamento na veia, já que não estava conseguindo segurar nada na barriga. O médico já tinha deixado uma receita comigo, caso meu desconforto piorasse.

O choque foi chegar no hospital Santa Paula (onde eu sempre vou) e ouvir uma recusa de tratamento! Os atendentes se negaram a realizar o procedimento sob a desculpa de “a receita não ser de um dos médicos deles”. Seguimos pra um posto de saúde do bairro, onde ouvimos a mesma desculpa.

Agora pensem em mim num dos mais quentes dias do ano, com a boca seca, quase desmaiando de desidratação, e os funcionários apenas dando desculpa atrás de desculpa de porque NÃO iam me atender. 

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Por sorte, liguei o bat-sinal e o doutor me orientou (declarando que a falta de atendimento era um absurdo, já que ele passa a mesma receita pra todos os pacientes, todas as semanas).  Sugeriu o hospital Alvorada, que cobria meu plano de saúde. No Alvorada me receberam muito bem, me atenderam relativamente rápido e aplicaram o tratamento direitinho. Eles aceitaram o receituário do meu médico sem problemas e me trataram após fazer uma guia própria, ou seja: a desculpa do Santa Paula e do Posto de Saúde eram pura balela, coisa muito fácil de resolver. A partir de agora, só vou no Alvorada, que nessa única vez me atendeu muito melhor que o Sta. Paula em todos esses anos nessa companhia central.

Depois de tomar o soro me senti outra! Os enjôos e dores passaram, e a sensação de boca seca passou por completo. Acredito que deva ser a mesma sensação que uma planta sente quando é regada =p

Isso tudo pode parecer horrível pra quem está “de fora”. Mas a verdade é que todos esses pesares parecem contribuir para a parte psicológica da coisa (a meu ver). Passamos a redimensionar as coisas que desejamos.

tumblr_m8f312RSIR1rsq4p3o1_500Enquanto estava no táxi, ontem, naquele calor infernal, não conseguia desejar nada com mais intensidade que um enorme copo de suco bem gelado. (Minha boca enche d’água só de pensar!)

Passamos a valorizar também o que é uma noite bem dormida e como é bom viver sem ter azia ou enjôos toda hora (na real, já estava tendo com frequência, antes do procedimento, por causa da má alimentação…)

Tudo isso parece o paraíso. E nem pensamos mais nos chocolates, doces e frituras.

(Claro que o fato de estar com o balão dando a sensação de saciedade ajuda…) =p

É um pouco complicado viver só de líquidos. Mas na próxima quinta feira devo fazer o retorno ao médico e passarei com a nutricionista, que vai me orientar quanto a essa nova fase. As duas primeiras semanas são as mais difíceis, mas logo deverei voltar a comer um pouco de tudo — desde que em pequeníssimas porções =)

Não vejo a hora de chegar nesse ponto… pra poder tomar um belo copão de suco 😉

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Les Misérables

14 Feb

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(Publicado originalmente em http://petraleao.wordpress.com)

Estava devendo ver esse filme desde sua estreia. Apesar de não conhecer nada da peça (além da canção I Dreamed a Dream, graças ao fenômeno Susan Boyle =p), sou louca por musicais e gosto de conferir todos os que posso, principalmente quando adaptados pra tela. E o diretor dessa versão de Les Mis é Tom Hooper, o mesmo do fofíssimo O Discurso do Rei, ou seja, todas as razões pra acreditar que seria excelente. 

Após ler a detalhada resenha da Valéria Fernandes sobre a produção ontem de manhã, me animei a assistir Les Mis de tarde. E não me arrependi.

O filme é grandioso e glorioso. Realmente impressiona. Sem conhecer nada da história, me surpreendi e cheguei a chorar em diversos momentos. Apesar das quase três horas de duração, não achei o filme tão cansativo como todos falam (tirando pelo fato de que no um terço final eu já estava querendo ir ao banheiro, e isso porque já tinha ido antes do filme começar =p).

Nunca tinha me interessado por Les Mis, tinha mais curiosidade em ler o livro de Victor Hugo (autor com o qual tenho mixed feelings desde O Corcunda de Notre Dame).  Mas nesse caso, foi ótimo não saber nada do musical de antemão — fui surprendida com as excelentes canções, cheias de rimas ricas, e melodias que voltam nos momentos certos da peça história, como deve ser um bom musical. Muitos reclamaram do filme ser um “musical intensivo” — até mesmo os diálogos são cantados — mas classifico Les Mis mais com uma ópera, embora claro o estilo de canto seja totalmente diferente. 

Por sinal, vale dizer que as músicas não foram dubladas. Cada performance registrada no filme foi feita ao vivo; nos bastidores, um pianista fazia o fundo musical para os atores cantores, o que depois era substituído pela versão orquestrada. Esse detalhe fez toda a diferença e conferiu ao filme uma veracidade poucas vezes vista.

O grande receio ao adaptar uma peça para as telas é que tudo soe muito  muito “falso”, mas o diretor foi muito feliz em suas opções, como fazer os atores cantarem de forma mais “real” e crua, bem menos impostada como é no teatro, equilibrando o toque épico com elementos mais realistas. Também foi genial fazer várias cenas pegando close ou plano americano dos personagens, bem de perto, pra explorar o que só o cinema pode oferecer — a sutileza das expressões — e o teatro, não.

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Falar de certas interpretações é chover no molhado. O mundo sabe que Hugh Jackman e Anne Hathaway estavam perfeitos, e não por
acaso estão concorrendo ao Oscar por seus papéis. Como Jean Valjean, o homem que ficou preso por 19 anos por roubar um pedaço de pão, Jackman carrega o filme nas costas. Embora não tenha a voz mais bonita do mundo, sua interpretação soa verdadeira a cada nota, e o carinho que ele demonstra pela pequena Cosette é tocante. Impressiona também como Jackman muda de uma fase para outra da história: esquálido e de voz envelhecida quando mostrado na prisão para bem apessoado com uma voz cheia de energia em sua fase próspera. 

E Hathaway como Fantine, a mãe solteira obrigada a se prostituir pra sustentar a filha… o que dizer? Apesar de seu tempo em cena ser curtíssimo, é dela o rosto do filme. Sua cena cantando I Dreamed a Dream é uma das mais impressionantes que já vi no cinema. Filmada em uma só tomada, sem um corte sequer, com o ângulo fechado em seu rosto, ela canta de forma visceral. Anne Hathaway emagreceu 12 kg pro papel,  e seu aspecto cadavérico realça ainda mais sua boca e seus já enormes olhos, intensificando sua expressão. Podemos sentir toda a emoção da música em seu olhar cheio de lágrimas, e desafio alguém a assistir a cena sem ao menos ficar com um nó na garganta.

Fiquei muito surpresa com Russell Crowe, um ator do qual normalmente não gosto, como o obsessivo policial Javert, o grande vilão. Apesar de não possuir técnica e sua interpretação ser bem contida, gostei MUITO dele cantando — uma das mais bonitas vozes do filme, na minha opinião. Fiquei triste com as críticas de jornais e revistas que o jogaram lá embaixo, dizendo que destoava do filme.  Para mim, combinou perfeitamente com o personagem, que é bitolado, travado, preso em seu próprio modo de pensar.

Les MisérablesTambém fiquei triste com as críticas que chamaram de “insuportáveis”  Helen Bonham Carter e Sacha Baron Cohen, o casal Thénardier, tutores tirânicos da pequena Cosette. A função deles na  história é mesmo ser o alívio cômico, e achei que estavam na medida. Aliviavam a tensão na hora certa e sem ser apenas palhaços, mas repulsivos, como cabia ao filme. Acho que não seria a mesma película sem eles.

O elenco infantil também está de parabéns. As crianças que fazem  a filha de Fantine, Cosette, e o menino de rua Gavroche, estão impecáveis —  mas ouso dizer que Gavroche  realmente rouba a cena. O personagem representa o espírito jovem dos revolucionários, e o menino Daniel Huttlestone, com sua simpatia e talento, passa essa ideia perfeitamente. Tomara que siga carreira!DanielHuttlestone_620_122112

Infelizmente a parte romântica da peça — o envolvimento do revolucionário “filhinho de papai” Marius com Cosette —  a meu ver, deixa a desejar. O intérprete de Marius, Eddie Redmayne, tem uma bela voz, mas não há muito mais a se dizer sobre ele e mais difícil aida é criar empatia por sua história de amor. O mesmo com Amanda Seyfried, a Cosette. Muito mais envolvente é o drama de Éponine (Samantha Barks, a mulher da cintura mais impossivelmente fina desse mundo o.o), a filha dos Thénadier, perdida numa paixão impossível por Marius.

A história se passa entre 1815 e 1832, pegando o período da morte do general Lamarque, o único que apoiava o povo, insatisfeito com Coroa. E é na revolução que o filme encontra suas cenas mais poderosas, e as canções mais marcantes. Impossível sair do cinema sem cantarolar “Do you hear the people sing / Singing the song of angry men…”

Enfim, é um grande filme. Não me arrebatou como por exemplo, Django (sobre o qual vou tentar falar aqui depois, e que tem um apelo além do racional pra mim), a ponto de virar referência pessoal, mas me impressionou, me satisfez e me encantou.  Acho que assistiria de novo. E para quem gosta de musicais, é simplesmente imperdível.

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Entrega do Prêmio Angelo Agostini

7 Feb

papagaioMuita preparação, ansiedade, um vestido meio apertado e muita alegria: dia da entrega do prêmio Angelo Agostini!

Tirando o fato de que graças a um carnaval adiantado (e sem aviso) que rolou aqui no bairro, lotando as ruas e quase me impedindo de comparecer a premiação, deu tudo certo!

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O que é um pontinho vermelho e azul no palanque? É a Petra fazendo discurso! =D

A cerimônia foi bem informal, então não pegou tão mal o fato de que quando subi ao palco, me enrolei inteira pra fazer os agradecimentos (estou acostumadíssima com palco, mas detesto falar de mim 8D) Pelo menos deu pra agradecer ao Mauricio, ao Marcelo (Cassaro, meu namorado e parceiro de trabalho) e aos leitores. E também dediquei o prêmio a quem eu queria: a todos que durante toda minha vida falaram que eu nunca ia conseguir trabalhar com quadrinhos 8D #beijossociedade (essa parte ao menos foi bem aplaudida xD)

Ainda foi muito legal poder rever e conhecer pessoas, como o Primaggio Mantovi (lenda do mercado editorial brasileiro) e o pessoal do zine Last RPG Fantasy (que também são amigos do meu querido Renato Aruta, ávido leitor de HQ e o mais hardcore fã de One Piece que conheço).

Depois da cerimônia, o melhor foi juntar todo mundo e ir pro Vila Távola, no Bexiga, e fazer uma comemoração regada a massa, animação e bobagens! 😉

Com certeza nada disso seria tão bom se eu não tivesse pessoas tão maravilhosas com quem compartilhar! ❤

Look para a premiação!

Look para a premiação!

Inpirada em Branca de Neve -- apenas mais rechonchuda

Look inpirada em Branca de Neve — apenas mais rechonchuda 8D

Com o troféu =D

Com o troféu =D

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Com a galera do zine Last RPG Fantasy

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Galera TDM:  Márcio e Lygea, eu e Marcelo (atrás);
Íris e Bruno na frente

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Com o cara, Emerson Abreu (tentando absorver o talento dele por osmose 8D)

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Turma da Mõnica power: Márcio, Lygea, Íris, Fernando, mari, eu (ah vá), Bruno e Emerson

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Todos os direitos das fotos acima reservados a Mari fofa, nossa fotógrafa oficial!

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30 Jan

Imagem…Meu pagamento foi confirmado, consegui produzir mais do que o esperado este mês.

Sabe o que quer dizer?

QUE AMANHÃ VOU LIGAR PRO MÉDICO PRA MARCAR MINHA CIRURGIA!

Se tudo der certo, até o fim de fevereiro estarei devidamente balonada! *u*

Sério, tô emocionada… só Papai do Céu sabe o QUANTO eu tenho desejado isso!

ÊêÊêÊêÊêÊêÊêÊêÊêÊêÊêÊêÊêÊêÊêÊêÊêÊêÊê! \o/ *dança a macarena*

(É, eu sei que talvez alguns achem exagero ou mesmo desaprovem eu querer pôr o balão intragástrico. Pra essas pessoas, só posso dizer: apenas que já perdeu 20 kg na vida, manteve por dez anos e engordou tudo de novo sabe o desespero em que eu estou. Ainda mais quando a gente tá mais velha, com o metabolismo mais lento e sem tempo pra fazer atividade física o suficiente pra PERDER peso, não apenas manter. Me julguem.)

Edit – Marcado para dia 15/02, às oito da manhã =)

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Minha Experiência com o Ódio Virtual

21 Jan

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(Post longo a seguir. Dedicado a todas as meninas que são alvo dos covardes de plantão.)

Desde que entrei pro meio lolita que escuto falar à boca pequena sobre “asks de ódio” feitos por anônimos. Sites dedicados apenas a falar mal de outras lolis, através de postagens anônimas.

Mas só recentemente cheguei mesmo a um (não vou passar aqui porque né, pra quê  dar ibope pra esse tipo de coisa). Não, ninguém falou de mim lá ainda — só de outras lolitas admiráveis, o que nos faz pensar quem é que está escrevendo tudo aquilo. 

Nem vou entrar no quesito “infantilidade”, porque as pessoas encontram tudo que é maneira pra extravasar seu  rancor — algumas maneiras, nem sempre produtivas. Só acho impressionante a(s) pessoa(s) usar(em) seu tempo pra ficar cuidando dia após dia da vida dos outros ao invés de fazer algo que faça da própria vida algo melhor e mais divertido.

Não, eu não acho errado pensar/falar mal. Aliás, não sou a favor de hipocrisia e achar que ninguém pode falar mal de ninguém. Quem nunca olhou pra alguma coisa que não gostou e pensou “pombas, tudo errado?” Quem nunca comentou sobre esse tipo de coisa com um(a) amig@?

Agora… o que não é normal (é COMUM, mas não NORMAL) é pegar algo que renderia no máximo um comentário de duas linhas e transformar numa perseguição virtual anônima. Demonizar pessoas por causa da maneira como se vestem… sério? #quantosanosvocêtem?lolita porrada

O curioso é que pelo que eu ouvia falar, achava que postavam coisas muito mais sérias nesses sites. Quando fui ver, tive que rir com o palavreado e as acusações que rolam ali. É tudo tão superficial que parece briga de 5ª série… não dá nem pra se ofender. No quesito troll, esse pessoal ainda tem muito toddynho pra tomar.

Já sofri perseguição virtual de vários sites e pessoas, fosse por meus cosplays ou meu trabalho como roteirista. E digo que esses asks de ódio são pra RIR, não se preocupar.

Exemplos não faltam. Fora as DIVERSAS tretas dos eventos de anime (onde já teve até apresentador querendo me humilhar no palco) até pouco tempo atrás, volta e meia sempre tinha algum amigo que me mandava mensagens avisando que um certo site estava falando mal de minha pessoa e meus roteiros (como sempre, a pessoa encasqueta com o que você FAZ e parte pra ofensa pela pessoa que você É.)

Aliás, engraçado isso das pessoas acharem que “precisam avisar”.

1) porque a melhor coisa é nem acessar o post — quem escreve esse tipo de coisa quer exatamente isso, chamar atenção.

2)…Pra quê? Pra ir brigar? Responder? Se rebaixar ao nível dessa pessoa? Besteira. A melhor vingança é viver bem.

(Curiosamente, esse site começou a pegar BEM mais leve comigo desde que demonstrei que sabia quem era o anônimo por trás dele. 8D Quando a pessoa sente que pode ser atingida, volta atrás nas opiniões rapidinho — o que mostra que elas nunca foram algo pra se levar a sério).


Angry_Lolita_by_pariskyO caso mais grave que já passei com a questão de ódio virtual foi com um troll de plantão que me perseguiu por 10 anos seguidos — o que me deu abertura pra depois desse tempo juntar inúmeras provas e meter-lhe um processo no rabo. Ele inventava calúnias, fazia montagens, mandava mensagens ofensivas pras redes sociais. Ameaçava incomodar minha família. Se qualquer site falasse de mim, ele entrava nos comentários pra disseminar mentiras e ofensas. 

Esse sujeito não era anônimo. E nem tinha como ser, já que tinha um jeito muito específico de escrever, reconhecível a léguas de distância. E justamente por saber seu nome, sobrenome e “carreira”, já dava pra perceber porque se dedicava tanto a alimentar ódio: era cnhecido por ser desempregado, sustentado pelos outros, frustrado porque nenhum dos seus projetos dava certo…   por isso mesmo perseguia qualquer um que fosse minimamente mais bem sucedido que ele.

O que esse sujeito era louco demais pra não esconder é exatamente o que os outros anônimos escondem a todo custo: sua a própria insignificância. Fingem que são importantes pra não serem julgados pelos seus fracassos enquanto falam dos outros.

 Mas não se enganem: quem é bem sucedido tem muito mais o que fazer além de ficar cuidando da vida alheia. Quem se dedica tanto a julgar os outros ao invés de investir em si mesmo só mostra que não tem amor-próprio. Se a pessoa  precisa se passar por outra pra se sentir superior aos outros, é porque nem ela acredita em si mesma.

tumblr_lxsxudXiI01r7ut3lo1_500A frase “é fácil ser corajoso por trás de um monitor” é clichê, mas verdadeira. Mas o grande ponto pra mim é que a opinião de alguém que nem tem coragem de assinar o que diz vale menos que nada. Opiniões só tem peso se a pessoa mostrar que tem moral pra criticar.

 É fácil apontar o dedo para defeitos quando a pessoa esconde os seus próprios. É incoerente falar como @s outr@s são fei@s sem mostrar seu próprio rosto.  

Se as críticas viessem ASSINADAS por alguém que é REALMENTE BOM NO QUE FAZ, confesso que até seria razão pra ficar #xatiado. Só que em todos esses anos nessa indústria vital, não houve NEM UMA VEZ em que isso aconteceu!

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A arte de julgar os outros enquanto ignora o montinho de ursos em cima da própria cabeça

Sim, muitas vezes é difícil ignorar quando alguém fala algo que atinge um “ponto fraco”, mas… pense bem: todo mundo erra. Você só precisa de orientação. De mais a mais, não é obrigação acertar sempre só pra agradar os outros. Por outro lado, é obrigação SIM tratar quem quer que seja com CIVILIDADE e RESPEITO… mas nem desse MÍNIMO os anônimos são capazes.. Então, que moral eles tem pra criticar o que quer que seja?

Não é a toa que esses anônimos fazem chacota das atitudes de carinho e simpatia dos outros, dizendo que é “falsidade”. Em que mundo triste essas pessoas devem viver, achando que todos são como elas! Talvez tudo que elas precisem seja de uma xícara de chá,  um abraço e uma boa noite de sono. Se ao menos elas se permitissem isso ao invés de se esconderem…

Ah sim, o processo que eu (e outras pessoas) jogamos em cima daquele stalker que citei deu certo. O sujeito foi condenado a prestar serviços a comunidade. Mas só compareceu a alguns dias e parou… porque ficou doente. De câncer. E no começo do ano passado, morreu.

Li um depoimento de um parente dele dizendo que em seus últimos momentos, ele estava tão debilitado que não teve forças pra se despedir da família.  E sempre penso que não há prova maior de que tudo que fazemos de ruim volta pra nós: perdeu tanto tempo alimentando ódio e falando mal dos outros que no final, não sobrou voz pra se despedir daqueles (poucos) que realmente se importavam com ele.

Fica a dica.

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E muito melhor que ficar dando ibope pra quem não merece, é ir no Love Up Lolita, um ask feito pra disseminar o amor e admiração — muito mais gostoso que ficar se roendo por dentro por causa de como os outros levam suas vidas.

E se ainda tiverem dúvidas sobre esse assunto, confiram esses posts do blog da Ichigo:

 O que não fazer se você for postada em um site de ódio

 O lado feio de lolita

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